sexta-feira, 20 de maio de 2011

Bullying

O que é Bullying?


Segundo Olweus, é um comportamento agressivo e persistente com a intenção de causar dano físico ou moral em um ou mais estudantes que são mais fracos e incapazes de se defenderem. Costuma ser caracterizado por atos repetidos de agressão e dominação.

Para esclarecer o que é bullying, um cientista sueco, Dan Olweus, afirma que os três termos essenciais: o comportamento é agressivo e negativo; o comportamento é executado repetidamente; o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

Além disso, divide-se em duas categorias: bullying direto; bullying indireto. O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores masculinos. Bullying indireto é mais comum entre meninas se caracteriza por inibir a vítima fazendo com que esta acabe por se isolar.


Como é praticado o bullying?

• Ataques físicos contínuo contra uma pessoa ou seus pertences;

• Fofocas;

• Depreciar a vítima sem nenhuma razão;

• Intimidar a vítima a fazer o que ela não quer;

• Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa;

• E atualmente, há a utilização dos instrumentos tecnológicos para praticar o cyberbullying.

Características da vítima

• Apresentam um comportamento tímido, inibido;

• Se sentem vulneráveis;

• Tem medo ou vergonha de forma intensa;

• Autoestima bastante prejudicada;

• Podem sofrer de dores de cabeça ou abdominais, insônia;

• Dificuldades nas relações sociais.

Os agressores


• Se sentem bem em intimidar os colegas, pois alcançam status com isso;

• Apresentam uma combinação de baixa autoestima, atitudes agressivas e provocativas e prováveis alterações psicológicas, merecendo atenção especial.

• Podem ser depressivas, ansiosas, inseguras e inoportunas, procurando humilhar os colegas para encobrir suas limitações (Lopes, 2005).

Os atos podem ser denunciados?

Os atos que violam o Estatuto da Criança e do Adolescente podem ser denunciados através do Boletim de Ocorrência na delegacia ou no Ministério Público. No Brasil, dependendo da gravidade, pode haver aplicação de medidas sócio-educativas.

Pesquisa No Brasil

Pesquisas feitas no Brasil, apontam que a prática do bullying se faz presente no contexto escolar do nosso país.  Uma pesquisa do IBGE  ressaltou que as cidades de Brasília e Belo Horizonte são as que apresentam um maior índice de bullying.

Casos que tiveram destaque no Brasil:

• Em São Paulo - uma menina apanhou até desmaiar por colegas que a perseguiam;

• Em Porto Alegre um jovem foi morto com arma de fogo durante o bullying;

• Na USP, o jornal estudantil O Parasita ofereceu um convite a uma festa brega aos estudantes do curso que, em troca, jogassem fezes em um gay;

• Em 2011, o Massacre de Realengo, no qual 12 crianças morreram  por tiros, foi atribuído,  a uma provável vingança por bullying. O atirador, que se suicidou o ocorrido, também chegou a declarar que o bullying sofrido na época de estudante era umas das motivações para ter atirado nas crianças.


Escola e Família devem estar atentas!

Tanto os pais quanto a escola são fundamentais para identificar o bullying. Mas, não apenas identificar como também prevenir o bullying entre as crianças, fazendo com que estes reflitam sobre o que é, por que ocorre, se reagir de forma violenta é a melhor solução. Os pais devem estar presentes e observar o comportamento dos filhos e auxiliá-los.

Segundo Bandeira e  Hutz: “A escola desempenha um papel de grande importância no desenvolvimento social de crianças e adolescentes e não pode ser considerada apenas como um espaço destinado à aprendizagem formal ou ao desenvolvimento cognitivo. Portanto, a escola precisa se transformar, adaptar-se à realidade e às demandas culturais atuais e atuar no sentido de prevenir e controlar o bullying, assim como outros comportamentos interativos inadequados e prejudiciais ao desenvolvimento, e não funcionar como um agente mantenedor do sofrimento psicológico dos envolvidos nessas situações.”

Autores ressaltam que as características do bullying se não forem verificadas, serão levadas para a vida adulta e poderá acarretar à consequências graves. Por isso, é imprescindível que a escola e a família observem o comportamento das crianças e tomem providências quando forem necessários.



Referências:


BANDEIRA, Cláudia de Moraes &  HUTZ, Claudio Simon. As implicações do bullying na auto-estima de adolescentes.  Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/pee/v14n1/v14n1a14.pdf .Acesso em : 13 maio. 2011

BULLYING- Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying  Acesso : 13 de maio. 2011


VIEIRA, Timoteo Madaleno ; MENDES, Francisco Dyonísio Cardoso ; GUIMARÃES, Leonardo Conceição  De columbine à virgínia tech: reflexões com base empírica sobre um fenômeno em expansão. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-79722009000300021&script=sci_arttext  Acesso em: 13 de maio. 2011

ZAINE Isabela , REIS; Maria de Jesus Dutra dos, PADOVANI, Ricardo da Costa . Comportamentos de bullying e conflito com a lei. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/estpsi/v27n3/09.pdf  Acesso em : 13 de maio. 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

X CONPE – Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional


Tema:  Psicologia Escolar e Educacional: Caminhos Trilhados, Caminhos a Percorrer
03 a 06 de julho de 2011

É com grande satisfação que a ABRAPEE – Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional convida psicólogos e profissionais que atuam no campo da educação bem como alunos de graduação, pós-graduação, pesquisadores e docentes para participarem do X CONPE – Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional na Universidade Estadual de Maringá, na cidade de Maringá, Paraná.

A temática desta décima edição do Congresso Psicologia Escolar e Educacional: Caminhos Trilhados, Caminhos a Percorrer visa destacar os vinte anos da ABRAPEE enquanto entidade na luta pela inserção do psicólogo no campo educacional, articulando e apresentando as principais contribuições da Psicologia para o campo da educação escolar e educacional em uma perspectiva da educação para todos e de uma sociedade democrática.

O Congresso contará com a apresentação de estudos e pesquisas, exposições, lançamentos de livros, relatos de experiências e de atuação em discussão no âmbito acadêmico, científico e profissional no campo da Psicologia Escolar e Educacional.

Objetivos do Evento:
  • Resgatar a história da Psicologia Escolar e Educacional construída pela ABRAPEE.
  • Aprofundar as questões teóricas e práticas concernentes à Psicologia Escolar e Educacional no Brasil.
  • Congregar profissionais e pesquisadores das áreas da Psicologia Escolar, Educacional e afins das diversas regiões brasileiras.
  • Sensibilizar a sociedade sobre a importância da psicologia na educação como forma de promover a saúde humana, enfrentando o fracasso escolar, as dificuldades vividas no processo de escolarização, dentre outros aspectos.
  • Contribuir para a formação do psicólogo escolar e do educador, considerando as características regionais, nacionais e internacionais.
  • Favorecer a melhoria dos serviços psico-educacionais, de forma a promover o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes.
  • Fomentar o desenvolvimento de estratégias políticas a serem implementadas por psicólogos escolares e educadores, visando a melhoria das condições educacionais no país.
  • Criar condições para o desenvolvimento de programas nacionais que contribuam para a socialização dos conhecimentos em nível nacional.
Presidente do Congresso: Drª Beatriz Belluzzo Brando Cunha
Presidente de Honra: Magnífico Reitor da Universidade Estadual de Maringá Prof. Dr. Julio Santiago Prates Filho
Presidente da Comissão Organizadora: Drª Marilda Gonçalves Dias Facci – UEM
Presidente do Comitê Científico: Drª Marilene Proença Rebello de Souza – USP

Mais informações: http://www.conpe.com.br

domingo, 15 de maio de 2011

O que é o CAIS?


O CAIS (Centro de Atenção Integral à Saúde) é o prédio que foi construído para barcar as ações da Divisão de Saúde e Segurança do Trabalho (DSST) do Departamento de Apoio ao Servidor(DAS)/PROCOMUN. Há época, observou-se a necessidade de um espaço físico mais amplo onde desenvolver um conjunto de ações de caráter individual e coletivo, voltadas à promoção da saúde e a prevenção de agravos, de primeiro nível de atenção do sistema de saúde, além de tratamento e reabilitação visando a boa qualidade de vida dos servidores e do meio ambiente.

Hoje novamente observa-se, com a implantação do primeiro Módulo do Sub-Sistema Integrado de Atenção a Saúde do Servidor (Programa Nacional)-SIASS, que o espaço novamente precisa ser expandido para atender a demanda da UFAM.


Localização do CAIS: Atrás do prédio Paulo Buhrhein, ao lado das salas de aula da Faculdade de Educação Física (Mini CAMPUS - UFAM).

OUTRAS INFORMAÇÕES
 

Departamento de Apoio ao Servidor - DAS

Direção:

MARIA NILBA FERREIRA COUTO - Diretora do Departamento Apoio ao Servidor/DAS.
MARIA JOSÉ BRASIL ARANHA - Diretora da Divisão de Saúde e Segurança no Trabalho/DSST.
RENATA COSTA PINHEIRO - Diretora da Divisão de Desenvolvimento Social/DDS


 

O DAS tem como seu principal objetivo, estabelecer diretrizes para viabilização da política social de Apoio ao Servidor da UFAM, garantindo a implementação na Instituição, voltada a humanização e qualidade de vida dos servidores.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Psicodiagnóstico

O que é?
É um processo de avaliação psicológica na qual o psicólogo tem o objetivo de conhecer a personalidade, o jeito de ser do cliente/paciente que o procura para atendimento. Pode ser a primeira etapa de um processo psicoterapêutico (do tratamento psicológico), em que se escuta e investiga a queixa ou motivo que levou a pessoa a procurar o psicólogo. No psicodiagnóstico deve-se entender e conhecer o cliente/paciente para planejar um tratamento adequado para seu caso.
 
Como é realizado?
É realizado em sessões com o psicólogo e nestas o profissional faz perguntas sobre o que o levou a procurar atendimento psicológico, sobre sua vida (história de doenças, acontecimentos marcantes), aplica-se testes psicológicos para entender a personalidade, a inteligência e o comportamento. 


Como é concluído?
vApós as sessões é realizada a devolutiva, onde o psicólogo explica a seu cliente/paciente os resultados encontrados no processo, isto é, como é sua personalidade, seu modo de ser. Esclarece sobre a proposta de atendimento futuro ou psicoterapia indicada, e, se houver necessidade faz encaminhamentos para outros profissionais que ajudem a resolver as questões levantadas. 


Bibliografia:

ARZENO, M. E. G.. Psicodiagnóstico clínico. Porto Alegre: Artes. Médicas, 2003.

STEINER, J. Refúgios Psíquicos: organizações patológicas em pacientes psicóticos, neuróticos e fronteiriços. Rio de Janeiro: Editora Imago,1997.


BOHN, E. (1953) Manual Del Psicodiagnóstico de Rorschach. Madri: Morata, 1973.
 
  

terça-feira, 26 de abril de 2011

II Congresso Brasileiro de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho


O evento ocorrerá entre os dias 06 e 08 de Julho de 2011, no Hotel Nacional em Brasília.

Eixos Temáticos


Organização do trabalho prazer e sofrimento;

Estratégias e ações de resistência frente ao sofrimento;

Patologias do trabalho (violência, sobrecarga, assédio moral, suicídio e outros);

Clínica do trabalho e da ação;

Interfaces com a Psicodinâmica do Trabalho;

Conferências

Trabalho vivo, subjetivação e cooperação
Eric Hamraoui – CNAM – Paris
Coordenador: Álvaro Roberto Crespo Merlo – UFRGS – Rio Grande do Sul

A escuta da dor e do sofrimento: contribuições da psicanálise para psicodinâmica do trabalho
Joel Birmam – UERJ – Rio de Janeiro.
Coordenador: Ana Magnólia Mendes – UnB - Brasília

O trabalho e os destinos políticos do sofrimento
Thomas Perilleux – Universidade de Louvain - Bélgica
Sofrimento silenciado, patologia da solidão e suicídio no trabalho
Álvaro Roberto Crespo Merlo – UFRGS – Porto Alegre
Eric Hamraoui – CNAM - Paris
Miriam Ruth Wlosko – Universidade Nacional de Lanús – Argentina

Normopatia no trabalho: transgressão e resistência como caminhos para o prazer
Flavio Ferraz – USP – São Paulo
José Henrique Faria – UFPR – Paraná
Rosângela Dutra Moraes – UFAM – Manaus

Clínica psicodinâmica do trabalho: práticas e desafios
Ana Magnólia Mendes – UnB - Brasília
Andrea Poujol – Universidade de Córdoba - Argentina
Thomas Perrileux – Universidade de Louvain - Bélgica

Psicopatologia relacionada ao trabalho numa visão contextualizada: algumas peculiaridades brasileiras
Edith Seligmann Silva – USP – São Paulo
Coordenadora: Rosângela Dutra Moraes – UFAM - Amazonas

O futuro da psicodinâmica do trabalho no Brasil
Àlvaro Roberto Crespo Merlo– UFRGS – Rio Grande do Sul
Ana Magnólia Mendes – UnB - Brasília
Rosângela Dutra de Moraes – UFAM - Amazonas

Mais informações acessar o site:
www.congressopsicodinamica.com.br

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

As Drogas: uma perspectiva psicológica


O que são drogas psicotrópicas?

São substâncias que produzem mudanças nas sensações, no grau de consciência e no estado emocional das pessoas, portanto, atuam no sistema nervoso central.

Essa definição é utilizada tanto para as drogas ilícitas (cocaína, maconha, crack, etc.) como também para as lícitas, que são as bebidas alcoólicas, cigarros e remédios consumidos sem receita médica.

O efeito de uma droga é o mesmo para qualquer pessoa?


Não. As alterações causadas por estas substâncias variam de acordo com as características das pessoas que as usa, da droga escolhida, da quantidade, freqüência, expectativas e circunstancias em que é consumida.

No entanto, o uso abusivo do álcool e outras drogas é considerado, atualmente, um grave problema de saúde pública no mundo e no Brasil, trazendo prejuízos para a saúde física e psicológica das pessoas além de está associado a graves problemas sociais como a violência e acidentes.


Drogas e a Psicologia

Muitas pessoas acreditam que o uso de drogas é uma “falha de caráter”, relacionando todos os problemas decorrentes desse uso à falta de força de vontade e à fraqueza pessoal do usuário. Entender o uso de drogas dessa maneira não ajuda em nada.

O preconceito e a estigmatização são vistos, atualmente, como obstáculos na prevenção, diagnóstico e tratamento, podendo dificultar abordagens mais adequadas aos usuários de tais substâncias.
A Psicologia busca compreender este fenômeno em sua complexidade e não de maneira isolada. Nesta perspectiva, o psicólogo entende que os problemas resultantes do uso abusivo de drogas podem atingir a família, o trabalho, a escola, amigos e, desta forma, é necessário direcionar seu trabalho considerando tais dimensões.

A Psicologia e Tratamento


O tratamento psicológico, para o uso abusivo de drogas, envolve diversas modalidades como o aconselhamento, psicoterapia individual ou em grupo, orientação familiar, entre outras, sempre considerando-se a importância de um trabalho de acolhimento e sensibilização, dentro de uma perspectiva multidisciplinar.

Prevenção

Sabe-se que informações sobre o consumo de drogas são importantes para a elaboração de programas e políticas públicas voltadas para diminuírem os prejuízos associados ao uso abusivo de drogas.
Ressalta-se a importância de se formar alianças entre família, escola, gestores e profissionais da saúde e a comunidade em geral, considerando-se os papeis fundamentais destas instâncias na promoção da saúde, prevenção, tratamento e reabilitação daqueles que sofrem com o uso de drogas.



“ Não preciso me drogar para ser um gênio;
Não preciso ser um gênio para ser humano;
Mas preciso do seu sorriso para ser feliz”.
Charles Chaplin


Fontes Bibliográficas:
Conversando sobre drogas com pais e responsáveis/organizadoras Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte, Maria Lucia Oliveira de Souza Formigoni - Brasília Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, 2010.
Drogas: cartilha sobre: maconha, cocaína e inalantes/ Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas - Brasília: Presidência da República, Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, 2010.
PARDAL, Poliana Priscila Matos; As Drogas e o Papel do Psicólogo Escolar no Tratamento e Prevenção. Disponível em: http://www.meuartigo.brasilescola.com/ Acesso em: 22 de agosto de 2010
OLIVEIRA, Elias Barbosa de; BITTENCOURT, Leilane Porto; CARMO, Aila Coelho do. A importância da família na prevenção do uso de drogas entre crianças e adolescentes: papel materno. SMAD, Rev. Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog. (Ed. port.), Ribeirão Preto. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php Acesso em: 24 agosto 2010.
SANTOS, Manoel Antônio dos. Psicoterapia psicanalítica: aplicações no tratamento de pacientes com problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas. SMAD, Rev. Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog. (Ed. port.), Ribeirão Preto. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php Acesso em: 24 agosto 2010.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Personalidade


O que é personalidade?

Personalidade se origina da palavra latina “persona”, nome dado à máscara que os atores do teatro antigo usavam para representar seus papéis. Existem muitas e diferentes definições de personalidade. A personalidade atribuída a uma pessoa pode definir, para o senso comum, se esta é boa ou má, a psicologia evita este juízo de valor. O conceito de personalidade como “o conjunto de comportamentos peculiares do indivíduo” é aceito pela maioria dos estudiosos.


Quais fatores influenciam a personalidade?

A personalidade se desenvolve a partir de:
- Aspectos hereditários: envolvem as questões biológicas que podem influenciar nas características da personalidade.
- Influências do meio-social: O meio social desempenha um papel importante na construção da personalidade. Exemplos: o ambiente familiar, grupo de amigos, a escola, trabalho e outros.
- Experiências pessoais: A qualidade das relações precoces (mãe e filho) e as experiências vividas durante a adolescência irão refletir em alguns aspectos como: na forma de vestir, nas idéias defendidas e nas formas de se expressar. Além disso, acontecimentos importantes podem marcar significativamente a personalidade das pessoas, tais como: morte, violações, frustrações, doença grave, divórcio, entre outros.

É possível mudar nosso jeito de ser?

Sim! Na verdade, mudamos toda hora. Agimos de modo diferente em contextos diferentes. Você já deve ter passado pela sensação de ser amigável e inteligente com alguém e agir do modo contrário com quem o desafia.
Mas, o caminho de nos conhecer, ter consciência de si próprio, mudar o que for possível e nos contentar com o que somos seja o grande desafio da vida.

Você sabia que:

• Não existe alguém sem personalidade.
• Não há duas personalidades idênticas como não existem duas pessoas idênticas, embora muitas pessoas possuam traços em comum.



“Tenho várias caras.
Uma é quase bonita, outra é quase feia.
Sou um o quê?
Um quase tudo.”

(Clarice Lispector)


Referências:

BRAGHIROLLI, Elaine Maria et al.Psicologia Geral.Porto Alegre: Editora Vozes, 2007
Acesso em 04/6/2010: http://www.rotasfilosoficas.blog.sapo.pt
http://www.coladaweb.com/psicologia/personalidade